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Como Elaborar Conteúdo De Filme Pra Alavancar As Tuas Vendas


E tudo começa com a conhecida frase: “Você já se sentiu calçando os sapatos de outra pessoa? ”. Essa é apenas uma analogia utilizada pra contextualizar o exercício da Empatia, que vai muito além do processo de se botar no espaço do outro. A roda rendeu depoimentos surpreendentes, mesmo entre pessoas que não se conheciam.


Houve um grande espelhamento entre as histórias pessoais da nossa turma e as ouvidas no Ibirapuera. Rimos e choramos juntos. No conclusão do dia, eu estava decidida a escrever uma matéria sobre o tema. Havia percebido o tamanho da indispensabilidade de promovermos a empatia como um valor que necessita ser experimentado e ressignificado diante de tempos de tanta desconexão.


Comecei entrevistando Joana Tuttoilmondo, nossa anfitriã no dia da experiência. No decorrer da atividade no Museu, senti uma conexão gigantesco com a história que escutei e percebi não ser a única a constatar essa sintonia. https://www.dailystrength.org/journals/quinze-passos-para-montar-a-pagina-sobre-o-assunto-perfeita-no-t que estiverem em nosso grupo bem como se conectaram intimamente. Pedi dessa maneira que a Joana compartilhasse novas reações do público diante das histórias durante os dias do evento.


http://webviverfeliz5-blog.wallinside.com , a título de exemplo, que acababou a história sensibilizada ao ter ouvido o depoimento de uma pessoa que migrou da Bahia pra para São Paulo. Ela disse pra mãe dela, maravilhada: “mãe, ela descreveu que no momento em que era garota tinha que percorrer 4 horas formada num jegue até atingir água para beber!


E seguiu: “O que me chamou atenção foi a força de ouvir histórias que tocam em sentimentos universais, o que é bem diferenciado do bate papo esvaziada de sentido e conexão que permeia nosso dia a dia. A experiência nos ilustrou também que podemos ocorrências em que nos sintamos tocados. Compartilhando em histórias… Era uma vez a história de mais uma das Marias nesse Brasil. http://meusitededetonando19.diowebhost.com/11426421/pesquisador-prev-vantagem-a-quem-se-reunir-s-m-quinas : Maria do Sol. No momento em que era um garoto com apenas 45 dias de existência experienciou um acontecimento que mudaria para a toda a hora sua trajetória.


Uma vela acesa no quarto caiu acidentalmente no berço em que dormia, e o cobertor sintético que a cobria incendiou prontamente. Maria do Sol teve lesões gravíssimas nos dois pés, que uma vez carbonizados, tiveram que ser amputados. Essa foi a maneira encontrada por uma excelente equipe médica para salvar tua existência.


O tempo passou e mesmo com todas os defeitos e adaptações necessárias, Maria sobreviveu. Proponho que durante um minuto você faça um exercício de empatia procurando se colocar no recinto dela. Tente notar como reagiria? Como seria sua existência diante das dificuldades geradas? Difícil até de imaginar, né? http://netmaissobreinternet28.affiliatblogger.com/14699894/4-ideias-de-parcerias-pra-ampliar-as-vendas essa é uma das histórias de vida trazidas pelo Museu da Empatia… até poderia ser, mas Sol é uma figura especial que a existência fez cruzar nossos caminhos. E ao contrário do calculado, a experiência, primeiramente traumática, conferiu a Sol, uma personalidade radiante, como teu próprio nome traduz. Toda agonia e complexidade foram transformadas em fortaleza, numa competência inesgotável de viver a existência e irradiar energia por onde passa.


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Hoje com quarenta e um anos, Maria do Sol é Master Coach de Profunda Performance e autora, casada, tem cinco filhas e faz imensos projetos sociais ligados ao desenvolvimento humano como agente de transformação. https://www.evernote.com/shard/s606/sh/800f51bd-9e91-4b1c-86fd-494cf998fb64/3f5682713556f83e39d69e4bec935ce9 Quando o incidente ocorreu tive uma modificação do meu destino, porém isso não tirou um pedaço da minha alma ou da minha mente, foi somente um pedaço do meu físico. Conversei com ela sobre a matéria de empatia que estava escrevendo e pedi seu espiar, tal pessoal como de coach.


Ela começou pelo lado pessoal compartilhando: “A chave dos nossos relacionamentos está pela comunicação, e a empatia é a intercomunicação do coração. Ela é a prática de se distinguir com outra pessoa, de transitar pro ambiente do outro para notar o que ele sente. Quando o outro entende que você se importa, logo é fácil você ser ouvido.


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